
(Desenho de Beatrix Potter)
Que desgraça sofrer dessa vagabundagem da alma,
ela se desloca para o corpo e para a vontade
e faz com que todos me olhem com reprovação.
Não tenho um ponto de partida ou de chegada,
sou a tartaruga daquela fábula
em um mundo cheio de coelhos.
Vou no meu ritmo, vou com calma,
não me importo se não chegar primeiro.
Lindo texto, parabéns! Por vezes também me sinto uma tartaruga em um mundo cheio de coelhos.
Parabéns! Também adorei e me identifico muito!
Mas ainda gosto de ser tartaruga…
Kovacs e Lola, ser tartaruga tem lá as suas vantagens…