Fernando, sei que considera as cartas de amor ridículas,
por isso, não lhe escrevo uma carta de amor,
escrevo-lhe apenas uma carta amiga
na qual expresso minha admiração
por seus poemas, pela riqueza de sua escrita.
Sim, Fernando, seus poemas iluminaram muitas tardes de minha adolescência
e fizeram com que não me sentisse tão sozinha.
Eles ensinaram-me que mesmo que nunca ajeite nenhuma curva no horizonte,
ou nunca seja nada, sempre haverá a tabacaria defronte.
(E, sim, Fernando, eu o amo sob os seus diferentes nomes.)

Karen, não sei explicar o motivo de não ter linkado ainda as suas ótimas páginas no meu mundo, mas esta falha já está corrigida. Gosto muito do seu bom gosto!
(Eu também!)
Além de fazer companhia, o Fernando também me ensinou a apreciar minha “vida pensada”, como ele mesmo diz, é a única que temos… Apesar dele estar meio esquecido na estante (sob o nome do Álvaro de Campos, meu preferido). Gostei do poema, simples e muito delicado.
Abraços.
Kovacs, o blog é novo, ainda estou “arrumando a casa”.
Ana, ainda bem que não sou ciumenta… rs
Obrigada, Tati! Sempre releio os poemas dele e sempre parece a primeira vez. Abraços!
Karen, está ótimo mesmo!
o Fernando é como estribo de bonde, sempre cabe mais um…já me habilito!
abraços